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PASTOR DE SHETLAND (SHELTIE)

Obediente, gentil e brincalhão...

SHELTIE

As marcações brancas são uma preferência em todas as cores aceitas pelo padrão do Shetland, exceto nos pretos-e-castanhos, conforme determina o padrão da raça seguido pela CBKC. Essas marcas devem estar localizadas no peito, antepeito, membros e extremidade da cauda, formando uma lista ou um colar. São proibidas no tronco. A ausência dessas manchas é aceita.
Segundo o padrão adotado pelo American Kennel Club (AKC) é proibido que os cães tenham mais do que 50% de branco no corpo. Já as entidades filiadas à Federação Cinológica Internacional (FCI) e o The Kennel Club, da Inglaterra, apenas orientam no sentido de não ultrapassar essa porcentagem, sem mencionar nos padrões, e podem penalizar ou até eliminar o cão das competições de beleza. Os exemplares com muito branco têm direito a pedigree.
As cores permitidas são: azul merle, zibeline ou marta (coloração que vai do dourado pálido ao acaju intenso) e tricolores.
Segundo os criadores não se deve acasalar 2 exemplares azuis merles, que podem gerar cães totalmente brancos e com problemas de cegueira e surdez. Outro cruzamento não indicado é o de exemplares zibeline (coloração que vai do dourado pálido ao acaju intenso) com azul merle.

Fonte: Dog times

O Pastor de Shetland é extremamente inteligente, sensível e com desejo de agradar. Essa combinação faz dele um cachorro muito obediente, que aprende rápido e muito devotado à família. Além de gentil, brincalhão, amável e companheiro, ele é ótimo com crianças, embora possa mordiscar calcanhares nas brincadeiras. Ele late bastante.

Fonte: Tudo sobre a raça Pastor de Shetland (Sheltie) 

Os ancestrais do Pastor de Shetland foram os pastores da Escócia que também estão nas raízes do Collie e do Border Collie. Alguns desses cães eram bem pequenos, medindo cerca de 45 cm de altura. É quase certo que o Pastor de Shetland deriva desses primeiros cães do tipo Collie, que foram depois produzidos nas Ilhas Shetland. Alguns cães da ilha também podem ter tido um papel e mesmo o Cavalier King Charles Spaniel preto e castanho. A escassez de vegetação favorecia um gado menor e os cães necessários para pastoreá-los eram proporcionalmente menores. Em uma terra com poucas cercas, um pastor adaptado era essencial para manter o rebanho longe das terras cultivadas. Como todos os cães de fazenda, eles pastoreavam não apenas ovelhas, mas também pôneis e galinhas. Em algumas áreas distantes, era costume manter os animais em casa durante o inverno, e o amável cão pastor conquistou seu lugar como parte da família. Por causa desse isolamento do resto do mundo, a raça se definiu em um tempo relativamente curto. A frota naval britânica costumava frequentar as ilhas para manobras e levava filhotes para serem criados na Inglaterra. Os primeiros cães eram chamados de “toonie dogs” (“toon” era o termo usado em Shetland para “fazenda”), mas eles começaram a ser exibidos (por volta de 1906) como Shetland Collies. Os criadores de collies não aceitaram esse o nome, que foi mudado para Pastor de Shetland. A raça é muito mais chamada por seu apelido “Sheltie”. Nos primeiros anos na Inglaterra, criadores costumavam cruzar Shelties com Collies de pelo áspero na tentativa de melhorar suas características Collie. Essa prática gerou Shelties de tamanho acima da média e não voltou a ser feita. Acompanhando a imensa popularidade do Collie, o Sheltie se tornou o cão perfeito para famílias que procuravam um cão de estimação leal, marcante e de tamanho menor, e hoje é uma das raças mais populares do mundo.

Fonte: Tudo sobre a raça Pastor de Shetland (Sheltie) 

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